Neurobranding

Monday, 29 de June de 2020

O neurobranding é a abertura de caminhos para insights e aplicação de métodos neurocientíficos para analisar e entender o comportamento em relação às marcas e produtos. Ele nos ajuda a investigar as cores, consumidores, ofertas, produtos, tecnologia, aparência, sons, site e rumores e o modelo de negócio, se concentram mais no “quadro completo”, “marca a”, “o conceito”, em vez de produtos isolados e anúncios. 

 



No neuromarketing e no neurobranding, sabemos que para uma marca ser duradoura tem que estabelecer uma relação emocional forte no consumidor, caso contrário, não vende. A amígdala está envolvida no processamento de emoção, então é ela que as empresas precisam estimular através de “desejos reprimidos”, conquistas de poder, bem-estar, massagem no ego, trazer a tona o sentimento de alegria. 
 
Porém, o gerenciamento  de  marca,  é  um  dos  principais  desafios  da gestão  empresarial.  Nesse  sentido,  as  ações  de Branding envolvem  diversas  áreas,  como administração, marketing, publicidade e design. Ele acaba sendo uma atividade interdisciplinar,  adotado  pelos  designers  e  está  ligado  a  todo  o  processo  de construção de identidade de um produto, empresa ou instituição. 
 
Se apoiam em conceitos mais amplos, como o de DNA de marca, e por informações obtidas de outros profissionais como os de comunicação e os de marketing, é muito provável que uma marca bem trabalhada consiga construir  um  conceito  comercial  afetivo  com  seu  consumidor  ou  pretenso  consumidor,  não importando se é de um produto, um serviço ou qualquer outra coisa, de custo elevado ou não.
 
Então, para sabermos o que passa na mente dos consumidores, precisamos de instrumentos que consigam acessar de maneira implícita, objetiva, quantitativa e qualitativa as reações emocionais, de memória, empatia dentre outras que a neurociência consegue nos revelar. 
 
As técnicas usadas no Neurobranding são: 

  • Eletroencefalografia (EEG);

  • Eye-tracking;

  • fMRI;

  • Parâmetros cardiovasculares;

  • Eletromiografia (EMG);

  • Magnetoencefalografia (MEG);

  • Estimulação magnética transcraniana (TMS);

  • Atividade neuroimunoendocrinológica;

  • Psicofísica/Psicometria.


Exemplo de Neurobranding: O ketchup EZ Squirt Blastin Green da Heinz foi lançado em 2001, sendo um fracasso, por causa da Cor que não despertava o desejo de comprar (embalagem toda verde listrada). Depois, foram vendidos mais de 10 milhões de frascos em sete meses (maior sucesso da história do Ketchup), graças a mudança da embalagem; que passou a ser transparente e o ketchup aparece na embalagem toda em vermelho, como conhecemos.
 
Exemplo de aplicação do Neurobranding no seu negócio: Lidando com pessoas avarentas: 

  • São caracterizados por uma sensibilidade acima do normal para a compra;

  • Faça promoções (preços acessíveis): Cuidado com os preços que parecem ser elevados para o que estão comprando. Por exemplo: uma anuidade custa 120 dólares pode ser descrito como “apenas US $ 10 por mês” ou “apenas 33 centavos de dólar por dia.” Evite estruturas de gorjetas embutidas no valor final, inclua mas produtos e serviços, por exemplo: serviços de Internet, serviço de telefonia celular, venda casada, etc;

  • Pense em como vai anunciar: Uma carga de transporte durante a noite em uma oferta de DVD livre de uma “taxa de 5 dólares” para uma “pequena taxa $ 5” aumentou a resposta entre os pães-duros em 20%

 
Além disso, existem todas as questões que influenciam no comportamento do consumidor: Quais motivações interferem na decisão de comprar. Quais são a principais atitudes e pensamentos do consumidor, quando compra? Qual é a sua personalidade? Que Imagem ele tem dele mesmo? Qual é o seu estilo de vida? A que classe social pertence? Quais suas principais características culturais?; Como ele se relaciona com sua família? Quais seus valores de vida?; O que aquele produto ou serviço representa para ele? Por que ele compraria este produto ou serviço?; Quais seriam seus sentimentos em relação a esta aquisição? Mudaria seu comportamento? 
 
Todas essas questões deveriam ser estudadas e verificadas no desenvolvimento de qualquer produto ou serviço que venha a se tornar parte do nosso desejo ou nossa necessidade. Os principais fatores que caracterizam um consumidor em potencial são: culturais, sociais, pessoais e psicológicos.
 

Referências

 
CÉZAR, Neura. A gestão das emoções na interação com a experiência televisiva dos jovens. 2015.
 
DA LUZ INÁCIO, Sandra Regina. Neurobranding: Como Vender Através da Emoção. Revista de Ciências Gerenciais, v. 18, n. 27, 2014.
 
GOMEZ, Luiz Salomão Ribas; OLHATS, Magali; PÓLO, Claudia. Fashion Branding: uma relação emocional com o consumidor. ModaPalavra e-periódico, v. 4, n. 8, 2011.
Autor:

Beatriz Carvalho Frota

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